CORREIO DA LUZ

Informativo da Casa Espírita Caminho da Luz - Ano XX nº 230- maio/2026

Casa Espírita Caminho da Luz - Rua Dr. José Mariano, 344 - 36120-000 Matias Barbosa – MG Fundada em 19/04/2001 - Email: cecal.matias@gmail.com


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Passando pra lembrar!!!


contato: Cecília: (32)99106-2540

EDITORIAL - MAIO 2026

Maio, mês das mães e de Maria, mãe de todos nós.

Convencionou-se que o segundo domingo de maio seria o Dia das Mães. Por quê? Para se criar mais uma data comercial, em que entra mais dinheiro no comércio. E ficam todos felizes? Talvez, menos quem não tem como comprar um presente e ficar igual a todo mundo. No geral, é uma data para aumentar o consumo, mas, no particular, deveria ser um dia para, mais que dar um presente, estar presente. 

Afinal, o dia das mães é todo dia, quando nos lembramos dela com amor, quando cuidamos dela com carinho, quando lhe dizemos “eu te amo, mamãe”. Se você pode lhe dar um presente, ótimo! Mas, se não tem condições, dê-lhe um abraço, leve um bolo que você mesma fez, faça o almoço de domingo pra ela. Esteja presente, seja você o presente, ela vai ficar muito mais feliz, pode acreditar. 

O mesmo se dá quando agradecemos àquela que é a Mãe de todos nós, Maria de Nazaré, a mãe de Jesus. Além de recorrermos a seu filho, recorremos também a ela, em nossos perrengues, em nossas dificuldades, nossas dores. Peçamos que ela nos dê sua mão amorosa em nossa caminhada¸ e sejamos gratos por ela ter sido a mãe de nosso Mestre maior, Jesus. E que nossa gratidão, para sua alegria, seja seguir os ensinamentos de seu filho. Salve todas as mães! E salve a Mãe de todos nós, Maria!  

SUGESTÃO DE LEITURA

 



Minha família, o mundo e eu – Camilo/Raul Teixeira – Editora Fráter

Nesta obra, encontramos reflexões importantes do Benfeitor Camilo sobre várias situações e desafios da nossa relação familiar.

MOMENTO BÍBLICO

João 10:1-21


O bom pastor

10:14 “Eu sou o bom pastor e conheço as minhas ovelhas, e as minhas ovelhas me conhecem.”

(O Novo Testamento – FEB – Tradução de Haroldo Dutra Dias)

Uma vez Mãe, é para todo o sempre!


Quando pequenino o menino Ôber dizia pra sua mãe: “mãezinha, eu te amo”! E a mamãe orgulhosa sorria, seu coração cheio de alegria e gratidão por um filho tão amoroso e companheiro. O tempo passou célere e o menino já moço, procurou outro espaço para crescer, longe de sua mãezinha e daqueles que mais amava. Foi acolhido por seus primos e tio, lá na capital. Foi para crescer, não para esquecer...

Quando voltava da capital, nas férias, ia sempre em primeiro lugar abraçar sua mãe, contava a ela seus passos no “mundo novo”, sempre cheio de esperança de vencer na vida. Seu avô Poty sempre lhe incentivava quando não dava vontade de voltar: “siga em frente”.

Hoje já pai e avô, descobriu que o verdadeiro amor é construído dia a dia na convivência, com tolerância,  paciência e respeito. Sua mãezinha não pode mais ser abraçada por ele, pois fisicamente não está mais presente, mas na lembrança e em seu coração nunca será esquecida!

Dia dos pais, dos avós e dos amigos, são todos os dias!

Muita Paz!

EMMANUEL RESPONDE

Pergunta 189 – Que deve fazer a mãe terrestre para cumprir evangelicamente os seus deveres, conduzindo os filhos para o bem e para a verdade?

- No ambiente doméstico, o coração maternal deve ser o expoente divino de toda a compreensão espiritual e de todos os sacrifícios pela paz da família. Dentro dessa esfera de trabalho, na mais santificada tarefa de renúncia pessoal, a mulher cristã acende a verdadeira luz para o caminho dos filhos através da vida. A missão materna resume-se em dar sempre o amor de Deus, o Pai de Infinita Bondade, que pôs no coração das mães a sagrada essência da vida. Nos labores do mundo, existem aquelas que se deixam levar pelo egoísmo do ambiente particularista; contudo, é preciso acordar a tempo, de modo a não viciar a fonte da ternura. 

A mãe terrestre deve compreender antes de tudo, que seus filhos, primeiramente, são filhos de Deus. Desde a infância, deve prepara-los para o trabalho e para a luta que os esperam. Desde os primeiros anos, deve ensinar a criança a fugir do abismo da liberdade, controlando-lhe as atitudes e concentrando-lhe as posições mentais, pois que essa é a ocasião mais propícia à edificação das bases de uma vida. Deve sentir os filhos de outras mães como se fossem os seus próprios, sem guardar, de modo algum, a falsa compreensão de que os seus são melhores e mais altamente aquinhoados que os das outras. Ensinará a tolerância mais pura, mas não desdenhará a energia quando seja necessária no processo da educação, reconhecida a heterogeneidade das tendências e a diversidade dos temperamentos. Sacrificar-se de todos os modos ao seu alcance, sem quebrar o padrão de grandeza espiritual de sua tarefa, pela paz dos filhos, ensinando-lhes que toda dor é respeitável, que todo trabalho edificante é divino, e que todo desperdício é falta grave. Ensinar-lhes-á o respeito pelo infortúnio alheio, para que sejam igualmente amparados no mundo, na hora de amargura que os espera, comum a todos os

espíritos encarnados. Nos problemas da dor e do trabalho, da provação e da experiência, não deve dar razão a qualquer queixa dos filhos, sem exame desapaixonado e meticuloso das questões, levantando-lhes os sentimentos para Deus, sem permitir que estacionem na futilidade ou nos prejuízos morais das situações transitórias do mundo. Será ele no lar o bom conselho sem parcialidade, o estímulo do trabalho e a fonte de harmonia para todos. Buscará na piedosa Mãe de Jesus o símbolo das virtudes cristãs, transmitindo aos que a cercam os dons sublimes da humildade e da perseverança, sem qualquer preocupação pelas gloriosas efêmeras da vida material. Cumprindo esse programa de esforço evangélico, na hipótese de fracassarem todas as suas dedicações e renúncias, compete às mães incompreendidas entregar o fruto de seus labores a Deus, prescindindo de qualquer julgamento do mundo, pois que o Pai de Misericórdia saberá apreciar os seus sacrifícios e abençoarão as suas penas, no instituto sagrado da vida familiar.

(Livro O Consolador – Emmanuel/Francisco C Xavier – FEB)

RECADINHO DO CACAL


Quando o pensamento encontra conforto nas boas lembranças, deixe-o fluir, “pois, onde está o teu tesouro, ali estará também o teu coração" (Mateus 6:21)


Expediente

Direção: Albert Travnik

Produção: Cecília Travnik, Jorge Pacheco (Blog) e Cláudio Pancoti (Facebook)

Tiragem: 20 exemplares

 

Casa Espírita Caminho da Luz - R.Dr. José Mariano, 344 - 36120-000 Matias Barbosa - MG - Fundada em 19/04/2001