No dia e horário pré-estabelecidos, iniciamos nossa reunião mediúnica e por mais que tenhamos os conhecimentos básicos dos mecanismos de funcionamento, estamos sempre diante de novos desafios, sejam eles pelas diversidades dos espíritos comunicantes, como também pelas intuições que recebemos dos espíritos que dirigem a reunião e que são mentalmente transmitidas aos dialogadores (facilitadores, doutrinadores, como queiram chamar), e que fazem o atendimento aos espíritos necessitados.
Muitos destes espíritos são agressivos, tanto em palavreado chulo, como em batidas sobre a mesa, fatos que são permitidos por médiuns de passividade (de incorporação) sem preparo (sem estudo dos mecanismos mediúnicos), o que vem a perturbar o bom andamento da reunião. Sabemos que o estudo é fundamental para realizarmos tarefas mediúnicas, pois como nos disse Kardec: “Espíritas, amai-vos e instruí-vos!”
Não há uma fórmula “mágica” para dialogar com os espíritos necessitados, pois esses irmãos desviados do caminho, são individualidades e por isso tem necessidades diversas. Para nos colocarmos como dialogadores servidores do Cristo, temos que ouvi-los, orientá-los e encaminhá-los ao socorro espiritual. Mas o sentimento que mais os tocará, e talvez mudar seu proceder que está em desalinho com as leis divinas, é o amor com que você vai atendê-los, tratando-os com paciência, respeito e suavidade no falar.
“O amor encobre a imensidão dos pecados”. Jesus.
Muita Paz!
