Suicídio


Eis um grande flagelo social que aumenta dia a dia. Todos precisamos nos esforçar para espalhar esperança, estender as mãos e nos fazer instrumentos
de valorização da vida, para exterminar esse mal. Afinal, a autodestruição é uma ilusão: aumenta o sofrimento de quem a pratica e faz também sofrer ...

os familiares e a própria sociedade. Quando temos notícia de um suicídio, a sensação é de que falhamos de alguma forma com esse alguém: faltou algo para que pudéssemos lhe estender as mãos, dar-lhe mais atenção...

E, pior que o sofrimento da família, são as consequências para o próprio suicida. Já que o espírito é imortal, ele vai enfrentar, no mundo espiritual, dores e remorsos por seu ato. Que o digam as manifestações mediúnicas onde suicidas descrevem os momentos da autodestruição e os sofrimentos que se prolongam por tempo indefinível.
 
Se você passa por momentos tumultuados que lhe tiram as forças, derrubam sua esperança e o deixam sem perspectivas, levante os olhos, erga a cabeça, faça uma oração e lute para mudar o modo de olhar o mundo à sua volta.

Procure ajuda no atendimento fraterno do centro espírita, na igreja que frequenta, e também o auxílio de um psicólogo. É preciso cuidar do espírito e do corpo. Não se isole, busque ajuda! Embora você possa não acreditar, Deus está sempre atento ao sofrimento de seus filhos e, bem ao seu lado, pode estar o amigo inesperado que vai lhe estender as mãos.

(Baseado em texto de Orson Peter Carrara, em "Seareiro", Ano, n°126.)