Maio, mês das mães e de Maria, mãe de todos nós.
Convencionou-se que o segundo domingo de maio seria o Dia das Mães. Por quê? Para se criar mais uma data comercial, em que entra mais dinheiro no comércio. E ficam todos felizes? Talvez, menos quem não tem como comprar um presente e ficar igual a todo mundo. No geral, é uma data para aumentar o consumo, mas, no particular, deveria ser um dia para, mais que dar um presente, estar presente.
Afinal, o dia das mães é todo dia, quando nos lembramos dela com amor, quando cuidamos dela com carinho, quando lhe dizemos “eu te amo, mamãe”. Se você pode lhe dar um presente, ótimo! Mas, se não tem condições, dê-lhe um abraço, leve um bolo que você mesma fez, faça o almoço de domingo pra ela. Esteja presente, seja você o presente, ela vai ficar muito mais feliz, pode acreditar.
O mesmo se dá quando agradecemos
àquela que é a Mãe de todos nós, Maria de Nazaré, a mãe de Jesus. Além de
recorrermos a seu filho, recorremos também a ela, em nossos perrengues, em
nossas dificuldades, nossas dores. Peçamos que ela nos dê sua mão amorosa em
nossa caminhada¸ e sejamos gratos por ela ter sido a mãe de nosso Mestre maior,
Jesus. E que nossa gratidão, para sua alegria, seja seguir os ensinamentos de
seu filho. Salve todas as mães! E salve a Mãe de todos nós, Maria!
