Nós nos aceitamos como somos? Ou ficamos travando batalhas inglórias dentro de nós? Aceitar o que somos é conhecer as nossas imperfeições morais, catalogá-las e lutar contra elas, mas saber também que conflitos íntimos são de difícil solução, cabendo ...a nós, paulatinamente, o esforço do enfrentamento, sem ...ficarmos atormentados por ainda não conseguir vencê-los. Nos elucida Joanna de Ângelis: “... pelo que se percebe diariamente em psicoterapia, concebe-se que, à medida que a pessoa se aceita, desprende energias que estavam sendo utilizadas na manutenção do conflito, e a partir daí pode canalizá-las para a autoiluminação.”¹
Quer dizer, energias que estavam sendo consumidas em assuntos “adiáveis”, irão ser canalizadas para pontos mais necessitados de resolução. Pensemos nisto.
Muita Paz!
¹ Fonte: Refletindo a Alma, a Psicologia Espírita de Joanna deÂngelis, pág. 389, 1ª edição, Ed. LEAL.