Efetivamente, as massas acompanhavam
o Cristo. Jesus, porém, não transforma o espírito coletivo em terreno
explorável. Por toda parte vemo-lo interessado em levantar o espírito, buscando
erigir o templo da responsabilidade em cada consciência e o altar dos serviços
aos semelhantes em cada coração.
Reconhecendo que ...
a tirania e a
dor deveriam permanecer, ainda, por largo tempo, na Terra, na condição de males
necessários à retificação das inteligências, o Benfeitor Celeste foi, acima de
tudo, o orientador da transformação individual, o único movimento de liberação
do espírito, com bases no esforço próprio e na renúncia do próprio “eu”.
Para isso, lutou, amou, serviu e
sofreu até à cruz, confirmando, com o próprio sacrifício, a sua Doutrina de
revolução interior, quando disse: “e aquele que deseje fazer-se o maior no
Reino do Céu, seja no mundo o servidor de todos”.
(Emmanuel/Chico Xavier, “Definindo Rumos”, FEB, adaptado)
Não nos esqueçamos de que o
Evangelho é Luz do Reino em cada um para a construção do Mundo de Regeneração.