EDITORIAL: JULHO 2026

Como diz o Evangelho Segundo o Espiritismo, felizes os que trabalham na Seara do Senhor com desinteresse e na caridade. Somos um todo, trabalhamos para o bem comum. “Vinde a mim, vós que sois bons servidores, que havereis feito calar os vossos ciúmes e as vossas discórdias para não deixar a obra prejudicada” disse Jesus abrindo nossos olhos e ouvidos para sua mensagem de amor. Todos nós, inseridos nesse mundo de desafios, temos qualidades e defeitos e agimos conforme achamos correto e, por vezes nos equivocamos em palavras e em ações, mas, um grande ensinamento é que podemos avaliar-nos, não julgando, mas analisando nossas próprias atitudes. Somos trabalhadores eficientes quando nos propomos a trabalhar de boa vontade procurando modificar nossas más tendências. 

Se escolhemos a Doutrina Espírita como base de nossas vidas, não devemos ser levados pelo vento, devemos estudar e entender o Evangelho do Cristo. E, a segunda carta de Pedro nos alerta contra os falsos profetas, acalma nossas inquietações destacando que nos tornemos participantes da natureza divina depois de nos libertarmos da corrupção que prevalece no mundo resultado da nossa ambição, do nosso orgulho. 

E, aqueles que possuem virtudes não serão inúteis nem infrutíferos no conhecimento de Jesus Cristo, pois, não tropeçarão no caminho da verdade. Assim, Joanna de Ângelis em seu livro Alegria de viver, cap. 8 (Divaldo Franco) nos propõe um momento de avaliação: “Façamos hoje, no encerramento da experiência, uma avaliação-balanço. Constatada a presença de equívocos, disponhamo-nos a corrigi-los. Identificados os êxitos, preparemo-nos para multiplicá-los. Logrados os sucessos, apliquemo-los em favor do bem geral. Detectados os mal ogros e sofrimentos, abençoemos a dor e a dificuldade que nos devem constituir impulso e estímulo para o prosseguimento. Tenhamos, no entanto, a coragem de uma avaliação honesta, sem desculpas, sem excesso de intransigência.”

Muita paz!