Editorial - mês junho 2019


“Ora, temos da parte d’Ele este mandamento, que aquele que ama a Deus, ame também a
seu irmão.” (I João, 4:21)

Construirás santuários primorosos ao Senhor da Vida... Pronunciarás orações sublimes, exaltando-Lhe a glória excelsa... Combinarás com maestria os textos da Escritura Divina para provar-Lhe a existência... 

Exibirás dons mediúnicos dos mais excelentes de modo a falares d’Ele, com eficiência e segurança, às criaturas irmãs... Clamarás por Ele, em súplicas ardentes, revelando confiança e fidelidade... Contudo se não amas a teu irmão, por amor a Ele, Pai Amoroso e Justo, de que te vale o culto filial, estéril e egoísta? 

Incontestavelmente, a lealdade de tua fé representa o perfume de alegria nas tuas relações com o Eterno Senhor, mas não olvides que o teu incessante serviço, na plantação e extensão do bem, é a única maneira pela qual podes realmente servi-Lo.  

Seja qual for a igreja em que externas a tua reverência à Majestade Divina, guarda, pois,  a oração por lâmpada acesa em tua luta de cada dia,  mas não te esqueças de que somente amparando os  nossos irmãos inexperientes e frágeis, caídos e desditosos, é que, de fato, honraremos a Bênção de Nosso Pai.  (Emmanuel/ Chico Xavier, “Palavras de Vida Eterna”, cap. Adoração e Fraternidade, adaptado, Ed. CEC)

Portanto, adoração sem fraternidade é coração fechado para o irmão de caminhada e ouvidos surdos para a vontade do Pai.

Muita Paz!