seu irmão.” (I João, 4:21)
Construirás santuários
primorosos ao Senhor da Vida... Pronunciarás orações sublimes, exaltando-Lhe a
glória excelsa... Combinarás com maestria os textos da Escritura Divina para
provar-Lhe a existência...
Exibirás dons mediúnicos dos mais excelentes de modo
a falares d’Ele, com eficiência e segurança, às criaturas irmãs... Clamarás por
Ele, em súplicas ardentes, revelando confiança e fidelidade... Contudo se não
amas a teu irmão, por amor a Ele, Pai Amoroso e Justo, de que te vale o culto
filial, estéril e egoísta?
Incontestavelmente, a lealdade de tua fé representa
o perfume de alegria nas tuas relações com o Eterno Senhor, mas não olvides que
o teu incessante serviço, na plantação e extensão do bem, é a única maneira
pela qual podes realmente servi-Lo.
Seja
qual for a igreja em que externas a tua reverência à Majestade Divina, guarda,
pois, a oração por lâmpada acesa em tua
luta de cada dia, mas não te esqueças de
que somente amparando os nossos irmãos
inexperientes e frágeis, caídos e desditosos, é que, de fato, honraremos a
Bênção de Nosso Pai. (Emmanuel/ Chico
Xavier, “Palavras de Vida Eterna”, cap. Adoração e Fraternidade, adaptado, Ed.
CEC)
Portanto, adoração sem
fraternidade é coração fechado para o irmão de caminhada e ouvidos surdos para
a vontade do Pai.
Muita Paz!
