Aprendendo com Simonetti.


[...] Quanto à fatalidade na vida terrestre, pode-se dizer que está estreitamente vinculada ao exercício do livre-arbítrio. Diz o apóstolo Paulo: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois tudo aquilo que ...
o homem semear, isto também ceifará.” (Gálatas, 6:7)

A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Temos liberdade para exercer nossa vontade e efetuar opções, mas a Vida estará realizando, sem cessar, no íntimo de nossa consciência, um levantamento de bens e males cultivados, premiando-nos com a paz ou corrigindo-nos com a dor, a fim de que não nos percamos nem estacionemos nos caminhos da evolução. O nosso presente é, inelutavelmente, o fruto do que fizemos no passado, da mesma forma que o nosso futuro será sempre uma projeção de nosso comportamento atual. 

(Richard Simonetti,  “A Constituição Divina”,  cap. 10, Gráfica São João Ltda.)