O passado é
a causa viva, mas não soluciona o presente. Convencer-se de que, por enquanto,
ninguém se inteirará de acontecimentos anteriores à encarnação atual por
motivos banais ou frívolos. A Sabedoria Superior, em revelando o passado de
alguém, cogita do bem de todos.
Afugentar
preocupações com existências transcorridas, de vez que qualquer informação
nesse sentido deve ser espontânea por parte do Plano Superior, que julga
acertadamente quanto ao que mais convém à responsabilidade. O que passou está
gravado. Tranquilizar-se quanto a sucessos porvindouros, analisando com lógica rigorosa
todos os estudos referentes a predições.
A profecia
real tem sinais divinos. Jamais impressionar-se com prognósticos astrológicos
desfavoráveis, na certeza de que, se as influências inclinam, a nossa vontade é
força determinante. Temos conosco a vida que procuramos.
Guardar em
mente que muitas almas regressam à Vida Maior carregando consigo enormes
frustrações pelos equívocos a que se afeiçoaram, por terem aceitado revelações
destituídas de crédito. Somos herdeiros de nossos próprios atos.
“Todas as
coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas
me convêm.” — Paulo. (I CORÍNTIOS, 6:12.)
(Conduta Espírita, FEB, 21ª edição,
André Luiz - Waldo Vieira, item 40)
