O uso é o bom-senso da vida e o metro da caridade.
Vida sem
abuso, consciência tranquila.
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Uso é
moderação em tudo.
Abuso é desequilíbrio.
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O uso
exprime alegria.
Do abuso
nasce a dor.
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Existem
abusos de tempo, conhecimento e emoção.
Por isso,
muitas vezes, o uso chama-se “abstenção”.
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O uso cria
a reminiscência confortadora.
O abuso
forja a lembrança infeliz.
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Saber fazer
significa saber usar.
Todos os
objetos ou aparelhos, atitudes ou circunstâncias exigem uso adequado, sem o que
surge o erro.
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Doença –
abuso da saúde.
Vício –
abuso do hábito.
Supérfluo –
abuso do necessário.
Egoísmo –
abuso do direito.
Todos os
aspectos menos bons da existência constituem abusos.
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O uso é a
lei que constrói.
O abuso é a
exorbitância que desgasta.
Eis por que
progredir é usar bem os empréstimos de
Deus.
(Estude e Viva,
Emmanuel / André Luiz - Chico Xavier / Waldo Vieira, item 7, pág. 25.
