Estamos vivendo ainda a pandemia COVID 19, um momento crítico, triste e assustador. Em o ESE no capítulo XII encontramos no item 11 as instruções dos Espíritos sobre o duelo. Podemos dizer que ele já não mais existe, mas com olhar mais atento observamos que é atual, o que mudou foram as armas. ...
Estamos em constante duelo, uma palavra dita, às vezes impensadamente, gera motivo de ajuste de contas provocando violação de direitos, vingança e ódio. O amor próprio, a vaidade e o orgulho feridos geram a ira, a mágoa, o sofrimento e também o desejo de vingar-se.
Aquele que se vinga é mais culpado do que aquele que enfrenta o inimigo face a face insultando-o. Enquanto na Terra correr sangue humano vertido pela mão dos homens o verdadeiro Reino de Deus ainda não terá sido implantado. Quando a caridade regular a conduta dos homens, aí desaparecerão as causas de dissensões e com elas as guerras, que são os duelos de povo a povo.
Não basta interditar o mal e prescrever o bem, é preciso que o princípio do bem e o horror ao mal penetrem no coração, nos atos e nas palavras do homem exemplificando o “não faça aos outros o que não quiser que os outros lhe façam”.
Muita Paz!
