Editorial - janeiro de 2022

No livro Pão Nosso, Emmanuel expõe ser indispensável que o homem, diante das lutas e débitos da experiência terrestre, aprenda a pedir caminhos de libertação da antiga cadeia de convenções sufocantes, preconceitos estéreis, dedicações vazias e hábitos cristalizados. Diz ser necessário desejar com força e decisão a saída da escuridão onde a maioria das criaturas perdeu a visão dos interesses eternos e que o esforço é seletivo, visto que nos encontramos repletos de solicitações inferiores, algumas delas com sugestões brilhantes, sendo indispensável localizar a ação digna e santificadora.

É indiscutível aprender a buscar o bem legítimo, e uma vez estabelecido o roteiro edificante para nossa vida devemos agir nos utilizando do esforço e da boa vontade, pois difícil é transformar os recursos da vida carnal em obras luminosas de arte divina, com vistas à felicidade espiritual e ao amor eterno.

Diz que não bastará rogar sem rumo, procurar sem exame e agir sem objetivo elevado, devemos pedir ao Senhor nossa libertação da animalidade primitivista, devemos buscar a espiritualidade sublime e trabalhar por nossa localização dentro dela, a fim de nos convertermos em fiéis instrumentos da Divina Vontade. Portanto, pedi, buscai, batei!... Esta trilogia de Jesus reveste-se de especial significação para os aprendizes do Evangelho, em todos os tempos. “E eu vos digo a vós: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á”. Jesus (Lucas, 11:9)

(Livro PÃO NOSSO – Emmanuel/Francisco Cândido Xavier - Cap.121, Três imperativos.)