Quando do nosso retorno
à Terra...
...assumimos na
espiritualidade uma programação da nossa existência reencarnatória na qual, quando já somos capazes
de fazê-la sozinhos, ou não, traçamos planos para acelerarmos nossa evolução
espiritual. No entanto, devido ao “véu carnal” que reveste o nosso espírito
quando reencarnamos, esquecemos parcialmente, apesar de sentirmos certas
inclinações sobre qual caminho devemos seguir, por influência do nosso mentor
espiritual. Um dos compromissos assumidos pode ser com relação a religião, seja
ela qual for. Falando de nós espíritas, quando assumimos um compromisso com a
Doutrina (frequentando ou sendo trabalhador de uma Casa), deveríamos ser
colaboradores eficientes e dedicados. Mas sabemos que ainda possuímos
imperfeições ligadas ao orgulho e ao egoísmo que nos obstam o pensamento
límpido. Sobre este assunto tão importante e delicado, me direciono ao livro
Obras Póstumas de Allan Kardec, onde, sob o título de Desertores, há uma
explanação do mestre lionês que diz: “Entre os adeptos convictos não há
propriamente deserções, pois aquele que desertasse por um interesse ou outro
qualquer não seria um verdadeiro espírita”.
Caríssimos Irmãos, sempre poderemos
recomeçar em qualquer ponto de nossa existência, pois é Deus que nos permite
isso devido a sua infinita bondade e amor por cada um de nós.
Muita Paz!