Olá, Pessoal! Este mês, trazemos uma história que ilustra a importância de orientar as crianças, adolescentes e jovens a colaborarem nas tarefas do lar para que a convivência familiar seja harmoniosa: ... A FAMÍLIA DOS PONTEIROS
Sr. Onofre era relojoeiro conceituado, inventor criativo, e consertava, principalmente, relógios de parede, sua especialidade.
Havia um, o grande relógio Cuco, que não estava à venda, pois o Sr. Onofre estimava muito a família dos ponteiros que trabalhava nele. Era chamado grande relógio Cuco porque, ao meio-dia, saía lá de dentro, por uma portinha, um pássaro cantando: Cuco! Cuco! Era o Cuco Cauby.
Sr. Onofre era relojoeiro conceituado, inventor criativo, e consertava, principalmente, relógios de parede, sua especialidade.
Havia um, o grande relógio Cuco, que não estava à venda, pois o Sr. Onofre estimava muito a família dos ponteiros que trabalhava nele. Era chamado grande relógio Cuco porque, ao meio-dia, saía lá de dentro, por uma portinha, um pássaro cantando: Cuco! Cuco! Era o Cuco Cauby.
A família dos ponteiros, amigos de Cauby, dividia a importante tarefa de marcar o tempo da seguinte forma: Sr. Veloz, bem esguio, passeava rápido pelo relógio, indicando os segundos. Sua esposa, Dona Paciência, menos esguia e ágil, mostrava os minutos, dando um passo à frente toda vez que era ultrapassada pelo Sr. Veloz. Horácio, o filho do casal, deveria contribuir para o ofício dos pais, assinalando as horas bem devagar.
Mas havia um problema: Horácio era pouco prestativo. Não deixava o número 12, por isso, sempre que a família se encontrava, o relógio acusava meio-dia, hora do almoço, festa para todos, pois Cauby surgia chamando:
— Cuco! Cuco! Cuco!... (12 vezes) Dona Paciência, amorosa, chamou a atenção do filho:
— Horácio, você precisa trabalhar, contribuir para demonstrar gratidão ao grande Cuco que nos abriga em sua casa.
— Ah, mãe! — respondeu, preguiçoso. — Pra que me mexer? Vocês fazem o suficiente por todos. É bom ficar parado, a hora do almoço chega depressa.
— Não, meu filho! — falou Dona Paciência. — Não basta querer que seja hora do almoço, o Sr. Onofre sabe o quanto ela demora a chegar!
— Claro que não! A gente é que mostra para ele. E, apesar dos alertas da mãe, Horácio não fazia a sua parte, preferindo ficar ocioso, vendo Cauby e os pais trabalhando, trabalhando...
O Sr. Onofre percebeu, contudo, que havia algo errado. Por que o Cuco Cauby estaria cantando antes da hora? Pegou o relógio, procurou o defeito e logo constatou ser o pequeno ponteiro das horas – Horácio
— Horácio, você precisa trabalhar, contribuir para demonstrar gratidão ao grande Cuco que nos abriga em sua casa.
— Ah, mãe! — respondeu, preguiçoso. — Pra que me mexer? Vocês fazem o suficiente por todos. É bom ficar parado, a hora do almoço chega depressa.
— Não, meu filho! — falou Dona Paciência. — Não basta querer que seja hora do almoço, o Sr. Onofre sabe o quanto ela demora a chegar!
— Claro que não! A gente é que mostra para ele. E, apesar dos alertas da mãe, Horácio não fazia a sua parte, preferindo ficar ocioso, vendo Cauby e os pais trabalhando, trabalhando...
O Sr. Onofre percebeu, contudo, que havia algo errado. Por que o Cuco Cauby estaria cantando antes da hora? Pegou o relógio, procurou o defeito e logo constatou ser o pequeno ponteiro das horas – Horácio
– o causador da confusão. Triste, viu-se forçado a mostrar ao grande relógio Cuco que, defeituoso, só lhe traria problemas. Usou as peças boas para fazer um novo modelo, e Horácio, que não colaborava, ficou esquecido na carcaça do velho relógio. Cedo a solidão fez de Horácio um ponteirinho triste. Ah! Se pudesse reviver a alegria das horas! Mas sozinho?! Impossível!... Os outros continuaram cumprindo seu dever, agora em outra engenhoca. Mas o Sr. Onofre viu que estavam tristes, e quis saber o motivo. O Sr. Veloz lhe respondeu:
— Nós sentimos falta de Horácio. Gostamos do novo ponteiro que marca as horas, mas Horácio é nosso filho... — E Cauby falou da saudade do amigo. Enternecido, Sr. Onofre decidiu remontar o antigo relógio, mesmo não funcionando direito. O importante era a felicidade de todos. Recolocou as peças no velho relógio cuco e... surpreendeu-se ao verificar o ponteiro das horas trabalhando alegre e com precisão. Horácio havia aprendido uma grande lição...
(História adaptada, retirada da apostila da FEB Infantil -
Mód. III - Conduta Espírita e Vivência Evangélica)
(História adaptada, retirada da apostila da FEB Infantil -
Mód. III - Conduta Espírita e Vivência Evangélica)