Mergulhado na rede de causas e efeitos, mas dotado de livre-arbítrio que a razão lhe confere, o homem é semelhante ao nadador que enfrenta o fatalismo das correntes de água, dispondo de meios de dominá-las. Ninguém é levado na corrente da vida pela força exclusiva das circunstâncias. ...
A consciência humana é soberana e dispõe da razão e da vontade para controlar-se e dirigir-se. Além disso, o homem está sempre amparado pelas forças espirituais que governam o fluxo das coisas. Daí a recomendação de Jesus: “Orai e vigiai”.
(J. Herculano Pires, “Astronautas do Além”
