É comum nos comovermos diante de uma
criança. O choro, o sofrimento dela, doi mais que uma lancetada em nossa
própria carne... No entanto, não podemos ficar somente na comoção. Quando nos
comovemos pela dor, pelo abandono, pela fome de ...
Não deixemos que o orgulho, o
egoísmo, ou outros sentimentos que os valham, impeçam-nos de prestar o socorro
oportuno.
Na hora de ajudar uma criança, pense
em um de seus filhos, imaginando-o em situações idênticas...
(Antônio Lúcio, em Anuário
Espírita/2017)