A simples compreensão de uma
doutrina, porém, não implica a sua vivência. Além de compreendê-la, temos de
senti-la. Somente quando compreendemos e sentimos o espiritismo, quando o
incorporamos à nossa personalidade, quando o assimilamos profundamente em nosso
ser, é ....
que podemos vivê-lo.
Daí a razão de Allan Kardec ter afirmado a
existência de vários tipos de espíritas, concluindo que “o verdadeiro espírita
se conhece pela sua transformação moral”. Espiritismo compreendido e vivido
transforma moralmente
o homem.
(J. Herculano Pires, “O Infinito e o
Finito”.)