Do
levantar ao recolher, dia a dia, temos, na Terra, a impressão de que o corpo
tende a absorver-nos em rotina instintiva, escravizante e paralisadora. Quanto
mais passa o tempo, maior a propensão dominadora pelo repetir dos mesmos atos, ...o repisar de ideias iguais e a dificuldade de acatar apelos novos. Lancemos cada qual de nós, de vez em vez, um grito de libertação íntima.
Conservemos o costume de policiar-nos contra a estagnação, melhorando conhecimentos, modos e reações frente ao Plano da Verdade, porquanto no prosseguir à frente reside o nosso destino.
(Kelvin van Dine/Waldo Vieira, em “Técnica de Viver”, cap. Presença de corpo e ausência de espírito, Ed. Boa Nova)