É indiscutível na Humanidade que o convívio social é fator preponderante para o desenvolvimento físico e espiritual desde o nascimento. Quando nascemos, sem o devido cuidado materno, soçobraríamos. Na infância e adolescência, sem a educação primordial dos ensinos morais, descambaríamos no mundo sem as noções dos deveres sociais, respeito ao próximo e limites nas nossas ações. ... Paulo, o Apóstolo, nos alerta "que tudo me é lícito, mas nem tudo me convém" (Coríntios, 6:12). Na idade adulta, na condição de nos sustentar e gerar progresso ao mundo, isolados da sociedade, nada alcançaríamos. Mas o planeta passa por uma pandemia que está a ceifar milhares de vidas diariamente, cabendo a nós, como membros atuantes na sociedade em que estamos inseridos, fazer a nossa parte e muito bem feita, pois a Lei de Ação e Reação, uma das que regem o Universo, é implacável!
A responsabilidade de cada um é não contribuir para a proliferação desta epidemia. Neste momento, a convivência social deve ser minimizada e feita, quando necessário for, com todas as recomendações elencadas pelos órgãos sanitários competentes. Essa atitude corresponde à máxima do "amar ao próximo como a si mesmo".
Muita Paz!
